terça-feira, 12 de julho de 2011

Pequenas observaçoes: Evolução

Esse realmente é um assunto polêmico, pois toda vez vem um criacionista com seu vasto estudo de um livro só, e logo soltam " Você realmente acredita que o homem veio do macaco?".
Quem realmente estudou, sabe que a teoria da evolução não fala que o homem "veio" do macaco.
Mas vamos ao que interessa, tipo o criacionista acredita que o homem, veio de um boneco de barro, e que a mulher veio da costela do homem, simples assim.
Deve ser por isso que as mães não gostam que as crianças pisem no barro, é como se você tivesse pisando em todos seus antepassados...

7 comentários:

  1. Muito bom..rsrs Gostei!

    Priscila

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  2. "Deve ser por isso que as mães não gostam que as crianças pisem no barro, é como se você tivesse pisando em todos seus antepassados..." < kkkkkkkkkk'

    Bom, segundo a bíblia, Deus formou Adão, o primeiro homem, com o barro do chão. De sua costela fez Eva, sua mulher.
    A ciência moderna demonstrou que o homem foi evoluindo a partir de seres inferiores, desde o Australopitecus, há uns três milhões de anos, passando pelo Homo erectus, o Homo habilis e o Homo sapiens até chegar ao homem atual
    Hoje sabemos que o homem não foi formado nem do barro nem de uma costela; que ao princípio não houve apenas um casal, mas vários; e que os primeiros homens eram primitivos, não dotados de sabedoria nem perfeição.
    Por que a Bíblia relata desta maneira a criação do homem e da mulher? Simplesmente porque se trata de uma parábola, de um relato imaginário que pretende deixar um ensinamento às pessoas!!

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  3. ....................
    Esta parábola foi composta por um anônimo catequista hebreu, a quem os estudiosos chamam de “yahvista”, próximo ao século X A.C. Naquele tempo não se tinha nem idéia da teoria da evolução. Porém como seu propósito não era dar uma explicação científica sobre a origem do homem, mas sim fornecer uma aproximação religiosa, elegeu esta narração na qual cada um dos detalhes tem uma mensagem religiosa, segundo a mentalidade daquela época. Trataremos agora de averiguar o que o autor quis nos ensinar com este relato

    Um Deus oleiro

    O primeiro detalhe que chama a atenção é que o texto afirma que o homem foi criado do barro. Diz o Gênesis que no princípio, quando a terra era ainda um imenso deserto, “o Senhor Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente” (2,7).

    Para entender isto, deve-se levar em conta que os antigos achavam curioso ver que pouco tempo depois de falecida uma pessoa, ela se convertia em pó. Esta observação os levou a imaginar que o corpo humano estava fundamentalmente feito de pó. A idéia se estendeu por todo o mundo oriental, a tal ponto que a encontramos presente na tradição da maioria dos povos. Os babilônios, por exemplo, contavam como seus Deuses haviam amassado com barro os homens; e os egípcios representaram nas paredes de seus templos a divindade amassando com argila o faraó. Gregos e romanos compartilhavam igualmente esta opinião.

    Quando o escritor sagrado quis contar a origem do homem, se baseou nesta mesma crença popular, mas agregou uma novidade a seu relato: o ser humano não é unicamente pó: possui em seu interior uma chispa de vida que o distingue de todos os demais seres vivos, porque ao vir de Deus, se converte em sagrado. E isso não acontece somente ao rei ou ao faraó, mas também ao homem da rua. Ele quis dizer isso quando contou que Deus “soprou em seus narizes”. Começava assim a revolucionar a concepção antropológica da época.
    A imagem de um Deus oleiro, de joelhos no chão amassando barro com suas mãos e soprando nos narizes de um boneco, pode nos parecer um pouco estranha. Entretanto, na mentalidade daquela época era uma homenagem para Deus.

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  4. De fato, de todas as profissões conhecidas na sociedade de então, a mais digna, a mais grandiosa e perfeita era a de oleiro. Impressionava ver esse homem que, com um pouco de argila sem valor, era capaz de moldar e de criar com grande maestria preciosos objetos: baixelas, copos refinados e lindos utensílios.

    O yahvista, sem pretender ensinar cientificamente como foi a origem do homem, posto que não o sabia, quis indicar algo mais profundo: que todo homem, quem quer que fosse, é uma obra direta e especialíssima de Deus. Não é mais um animal da criação, mas um ser superior, misterioso, sagrado e imensamente grande porque Deus em pessoa teve o trabalho de fazê-lo.

    A imagem de Deus Oleiro ficou consagrada na Bíblia como uma das mais bem feitas. E ao longo dos séculos reaparecerá muitas vezes para indicar a extrema fragilidade do homem e sua total dependência de Deus, como na célebre frase de Jeremias. “Diz o Senhor: eis que como o barro nas mãos do oleiro, assim sois vós na minha mão” (18, 6).

    A solidão do homem

    Em seguida aparece no relato uma série de pormenores curiosos e muito interessantes. O relato diz que Deus colocou o homem que havia criado em um maravilhoso jardim, cheio de árvores que lhe dariam sombra e o abasteceriam de saborosas frutas (2, 9). A água é abundante nesse jardim, já que estava regado por um imenso rio, com quatro grandes braços.

    Como a vida daquela época transcorria em terrenos desérticos onde a água era tão difícil de conseguir, semelhante descrição despertava seus desejos e dava uma imagem perfeita da felicidade que eles tinham desejado desfrutar.

    Porém, de repente, o relato se detém. Algo parece haver saído mal. O próprio Deus pressente que não é muito bom o que fez: “Não é bom que o homem esteja só” (2, 18). O rodeou de luxos e bem-estar, mas o homem não tem ninguém com quem se relacionar.

    Ante esta circunstância, diz o Gênesis, Deus busca corrigir a falha mediante uma nova intervenção. Com grande generosidade cria todo tipo de animais, os do campo e as aves dos céus, e os apresenta ao homem para que ponha um nome em cada um e lhe sirvam de companhia (2,19). Contudo, não encontra um companheiro adequado para o homem. Os animais também não parecem ser uma companhia ideal para ele (2, 20). Deus errou de novo?

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  5. Pô, esse limite de caracteres é um saco!! HAHA! Depois continuo, muito serviço a fazer! \,,/

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  6. E verdade esse limite é um saco. Porém o ensino por parabolas, veio com Jesus. Esse texto até hj por muitos é considerado verdade, na verdade mtas religiões trazem história sobre a criaçao. Eles nao enchergavam evolução pq nao tinham tecnicas pra isso, e nem esse era o objetivo, neste caso de moises.

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  7. http://soldadogadita.blogspot.com/

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